segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dentre as penumbras

"Nas penumbras do meu quarto, meu coração fala mais alto, as dores vêm à tona, tudo é mais intenso nessa solidão. Deixe que eu me sinta um pouco assim. Acho que isso me faz bem. Sempre há mais incidências como essas. Expressar-me no silêncio é minha melhor maneira de me ser completa, de me compreender, de me sentir a fundo. Deixe esse som um pouco mais. Gosto da melodia; me faz continuar na sintonia que me liberta. As mundanças permutam em minha mente insistentemente. Deixo tudo para depois. Estou sempre arrastando para o futuro o meu tempo de ser plena. Tomo minhas decisões em meio as penumbras, sem certeza alguma, apenas com a vontade de ser mais de mim."

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Trancafiados num mundo só nosso


"Fechados; Trancafiados num mundo só nosso. Pertencemos a nós dois e mais nada. Entre sorrisos e carícias, sonhos e corpos envolventes. Nos misturamos, nos perdemos um no outro – sem pressa de encontrar a saída. Palpites a cada novo olhar traduzindo novos sentimentos, despertando novas sensações. Assim continuamos: fechados; Trancafiados num mundo só nosso."

terça-feira, 6 de julho de 2010

O fim para nós


A Copa acabou para o Brasil. Mas enquanto existia nós estávamos de frente para a televisão em todos os jogos. Nas quartas-de-final já estávamos roendo unhas, empurrando bolas com o pensamento, xingando o Dunga, com vontade de chutar um daqueles holandeses dissimulados (como o Felipe Melo); desacreditando que ali era o final para a nação brasileira. Milhões estavam com o mesmo sentimento de derrota como nós aqui em casa. O sorriso parou de ser estampado, as vuvuzelas se calaram, a união se desfez. Acabou mais uma vez para nós. Acabou cedo demais. Mas quer saber? Não me importo de ver o Brasil ser hexa no Maracanã não. Nem um pouquinho. hehee.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Crítica ao livro "Desculpa se te chamo de amor"


É um livro que não me fez querer devorá-lo. Me aprofundo tanto em uma cena que desejo ficar intacta nela e setir-me nas vontades, nos sorrisos, nas brincadeiras e no amor que só Niki e Alex juntos transpassam.
A leveza como o autor trata o amor, o sorriso que se inicia em minha face ao ler trechos de amor intenso, de maturidade... e a beleza do imaturo.
Um livro que te fará sonhar, idealizar noites de amor ao ar livre. Um transtorno de sentimentos que sentirá como se fosse a própria Niki.

terça-feira, 13 de abril de 2010

"Poderíamos nos manter livres de qualquer limitação. Mas sempre haverá alguém - que não nos conhece intimamente - que fará isso por nós."

quinta-feira, 8 de abril de 2010

“Me acho e me desfaço novamente, pois já não vejo graça se eu não for uma eterna interrogação.”

terça-feira, 6 de abril de 2010

Meu efêmero furacão

"Vejo-me como um furacão. Volúvel como sou, passo com agressividade, deixo consequências por onde passei e vou embora como se nada tivesse acontecido. Tudo o que sinto é instantâneo. Exprimo a raiva – não faço questão nenhuma de reprimir sua intensidade – e logo depois acaba. Volto onde comecei; e as pessoas que atingi continuam estagnadas na desordem da passagem do furacão enquanto eu só percebo é que ele já se foi."