quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Alugue!


Não gosto de narrativas contadas de forma assíncrona, mas Cidadão Kane conseguiu fazer isso brilhantemente. Não me perdi na história. Fui presa numa narrativa com meus olhos fixados na tela. É um filme antigo, década de 1940 se não me engano, mas que não deve ser deixado de fora da lista de quem não perde uma sessão.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dentre as penumbras

"Nas penumbras do meu quarto, meu coração fala mais alto, as dores vêm à tona, tudo é mais intenso nessa solidão. Deixe que eu me sinta um pouco assim. Acho que isso me faz bem. Sempre há mais incidências como essas. Expressar-me no silêncio é minha melhor maneira de me ser completa, de me compreender, de me sentir a fundo. Deixe esse som um pouco mais. Gosto da melodia; me faz continuar na sintonia que me liberta. As mundanças permutam em minha mente insistentemente. Deixo tudo para depois. Estou sempre arrastando para o futuro o meu tempo de ser plena. Tomo minhas decisões em meio as penumbras, sem certeza alguma, apenas com a vontade de ser mais de mim."

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Trancafiados num mundo só nosso


"Fechados; Trancafiados num mundo só nosso. Pertencemos a nós dois e mais nada. Entre sorrisos e carícias, sonhos e corpos envolventes. Nos misturamos, nos perdemos um no outro – sem pressa de encontrar a saída. Palpites a cada novo olhar traduzindo novos sentimentos, despertando novas sensações. Assim continuamos: fechados; Trancafiados num mundo só nosso."

terça-feira, 6 de julho de 2010

O fim para nós


A Copa acabou para o Brasil. Mas enquanto existia nós estávamos de frente para a televisão em todos os jogos. Nas quartas-de-final já estávamos roendo unhas, empurrando bolas com o pensamento, xingando o Dunga, com vontade de chutar um daqueles holandeses dissimulados (como o Felipe Melo); desacreditando que ali era o final para a nação brasileira. Milhões estavam com o mesmo sentimento de derrota como nós aqui em casa. O sorriso parou de ser estampado, as vuvuzelas se calaram, a união se desfez. Acabou mais uma vez para nós. Acabou cedo demais. Mas quer saber? Não me importo de ver o Brasil ser hexa no Maracanã não. Nem um pouquinho. hehee.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Crítica ao livro "Desculpa se te chamo de amor"


É um livro que não me fez querer devorá-lo. Me aprofundo tanto em uma cena que desejo ficar intacta nela e setir-me nas vontades, nos sorrisos, nas brincadeiras e no amor que só Niki e Alex juntos transpassam.
A leveza como o autor trata o amor, o sorriso que se inicia em minha face ao ler trechos de amor intenso, de maturidade... e a beleza do imaturo.
Um livro que te fará sonhar, idealizar noites de amor ao ar livre. Um transtorno de sentimentos que sentirá como se fosse a própria Niki.

terça-feira, 13 de abril de 2010

"Poderíamos nos manter livres de qualquer limitação. Mas sempre haverá alguém - que não nos conhece intimamente - que fará isso por nós."

quinta-feira, 8 de abril de 2010

“Me acho e me desfaço novamente, pois já não vejo graça se eu não for uma eterna interrogação.”